Gamificação no ensino superior em saúde: quando o jogo se torna ferramenta de aprendizado

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21439/conexoes.v20.4101

Palavras-chave:

Gamificação, educação superior, Metodologia ativa, Ensino e prática pedagógica.

Resumo

A gamificação tem se consolidado como uma estratégia inovadora no ensino superior na área da saúde, promovendo maior engajamento, retenção de conhecimento e desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Este estudo realizou uma revisão narrativa para analisar a aplicação da gamificação no ensino superior em cursos da área da saúde, identificando seus benefícios, desafios e impactos no processo de aprendizagem. Foram selecionadas publicações indexadas nas bases Scopus, Web of Science e ERIC, abrangendo o período de 2014 a 2024. A análise dos estudos revelou que metodologias gamificadas, como escape rooms, serious games, quizzes e simulações, têm sido amplamente empregadas em cursos de Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina e Nutrição, proporcionando experiências de aprendizagem mais dinâmicas e interativas. No entanto, desafios como a resistência de docentes e discentes, a necessidade de planejamento pedagógico adequado e a integração com metodologias tradicionais ainda representam barreiras para sua implementação efetiva. Conclui-se que a gamificação é uma ferramenta pedagógica promissora, desde que utilizada de maneira estruturada e alinhada aos objetivos educacionais, contribuindo para uma formação mais envolvente e eficaz de futuros profissionais da saúde.

 

Biografia do Autor

Nayara Cristina Milane, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Nutricionista com Bacharelado pelo Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais (2013–2016) e pós-graduada em Metodologia do Ensino Superior pelo Centro Universitário Internacional (2017–2018). Realizou Residência Multiprofissional em Saúde Pública pela FMS-PG (2019–2021) e pós-graduação em Gestão de Alimentos e Nutrição (2020–2021). É mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia da UTFPR-Ponta Grossa, onde também é doutoranda. Atuou como professora no estado do Paraná e atualmente é Nutricionista Supervisora na área de estágio social da Unicesumar Ponta Grossa e professora do Departamento de Saúde Pública da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Lattes: http://lattes.cnpq.br/8449257428573499

Luiz Alberto Pilatti, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Professor Titular da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Atuou como Diretor-Geral do Campus Ponta Grossa (2004–2012), Vice-Reitor (2012–2016) e Reitor da UTFPR (2016–2020). É Doutor em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Mestre em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP) e Licenciado em Educação Física pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Está vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (PPGEP) e ao Doutorado em Ensino de Ciência e Tecnologia (PPGECT), ambos no Campus Ponta Grossa, onde atualmente exerce a função de coordenador. É Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq – Nível 2. Lattes: http://lattes.cnpq.br/4854832473320818

Alessandra Dutra, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Possui Graduação em Letras - Anglo com as respectivas literaturas pela Universidade Estadual de Londrina (1997), Mestrado em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de Londrina (2003) e Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2008). É professora titular da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Coordenou o Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências Humanas, Sociais e da Natureza - PPGEN de 2013 a 2017 e foi coordenadora adjunta do PPGEN de 2017 a 2019. Atualmente é professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Tecnologia - PPGECT (Doutorado Acadêmico), de Ponta Grossa-PR. Atua nas temáticas Multiletramentos, especialmente Letramentos Digitais, com propostas que priorizam o desenvolvimento do Pensamento Computacional. Foi bolsista de produtividade em pesquisa pela Fundação Araucária no período de 2019 a 2021. Lattes: http://lattes.cnpq.br/6750951618583167

Sani de Carvalho Rutz da Silva, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Professora Titular na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Licenciada em Matemática pela UEPG, Mestre em Matemática Aplicada e Doutora em Ciência dos Materiais pela UFRGS. Atua nas áreas de Ensino de Matemática, Educação Matemática Inclusiva e Uso de Tecnologias no Ensino de Matemática. Participou do programa internacional PREFALC (França-Colômbia-Brasil) e é professora responsável externa no Projeto de Mestrado Interdisciplinar Multicultural em Inovação Educativa, Inovação Tecnológica e Gestão do Conhecimento (México-BUAP/INSA de Lyon-França). Orientou a tese vencedora do Prêmio CAPES de Tese na área de Ensino em 2018. É membro eleito do Comitê de Assessores da Área de Ciências Humanas da Fundação Araucária (2020–2024), coordenou o projeto internacional “Rethinking teacher education: Fostering inclusive practices for visually-impaired students in mathematics classes” com financiamento da Teachers College e Fundação Lemann. Foi membro do Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação (2015–2023) da UTFPR, coordena e integra o Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciência e Tecnologia (PPGECT), é líder do grupo de pesquisa “O Ensino e a Inclusão de Pessoas com Deficiência” e Editora-Chefe da Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecnologia (RBECT). Integra ainda a ANPEd, o GT13 da SBEM e a RedDOLAC. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5694972079639390

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Publicado

24-03-2026

Como Citar

Milane, N. C., Pilatti, L. A., Dutra, A., & Silva, S. de C. R. da. (2026). Gamificação no ensino superior em saúde: quando o jogo se torna ferramenta de aprendizado. Conexões - Ciência E Tecnologia, 20, e026003. https://doi.org/10.21439/conexoes.v20.4101

Edição

Seção

Seção da área multidisciplinar

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