O que conhecemos de todos o cosmos?

Autores

  • Hermano Endlich Schneider Velten Departamento de Física Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)

DOI:

https://doi.org/10.21439/conexoes.v13i4.1864

Palavras-chave:

Teoria da Relatividade Geral. Cosmologia. Matéria Escura. Energia Escura

Resumo

As observações astronômicas realizadas durante o eclipse solar ocorrido em Sobral em 29 de maio de 1919 constataram que a Teoria da Relatividade Geral de Einstein corretamente predizia o fenômeno da deflexão da luz. Este grande feito coloca esta teoria em um patamar único na história da ciência, do qual nunca mais saiu. A observação de outros fenômenos astronômicos, também preditos pela teoria de Einstein, ao longo do século XX, nos fazem ter a certeza absoluta que esta é a teoria que descreve a interação gravitacional. No âmbito cosmológico, no entanto, ao aplicar as equações da relatividade geral para a dinâmica de um modelo de universo homegêneo, isotrópico e em expansão aos mais recentes dados observacionais verifica-se que apenas 5\% do universo é composto por partículas conhecidas. A natureza e origem dos restantes 95\% do conteúdo do universo, denominado de setor escuro, representa um dos grandes problemas que a ciência enfrentará no século XXI. Nosso objetivo nesse artigo é discutir sobre alguns fatos que promoveram a transição da gravitação Newtoniana para a relatividade geral e mostrar como os conceitos de matéria escura e energia escura surgiram ao longo do século XX. Com isso, seremos levados a uma visão geral do conteúdo material do universo e sua evolução dinâmica.

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Publicado

27-12-2019

Como Citar

Velten, H. E. S. (2019). O que conhecemos de todos o cosmos?. Conexões - Ciência E Tecnologia, 13(4), 63–69. https://doi.org/10.21439/conexoes.v13i4.1864

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