PRODUÇÃO DE MUDAS DE Tabebuia aurea (MANSO) BENTH. & HOOK. F. EX. S. MOORE (BIGNONIACEAE) COM QUALIDADE EM DIFERENTES EMBALAGENS E SUBSTRATOS

Erllens Éder-Silva

Resumo


A crescente demanda por mudas de espécies florestais tem exigido pesquisas relacionadas com o uso de substratos e recipientes, capazes de proporcionar mudas que apresentem elevadas taxas de crescimento inicial e de sobrevivência após o plantio. Assim, o presente trabalho objetivou-se estudar a influência das diferentes dimensões das embalagens e composição dos substratos na produção de mudas com qualidade. A pesquisa foi instalada na Fazenda Experimental da Universidade Federal da Paraíba, em São João do Cariri, PB. Foram testados três substratos nas proporções: S1 (terra de subsolo:areia:esterco caprino - 1:1:2), S2 (terra de subsolo:areia:esterco caprino - 1:1:1), S3 (terra de subsolo:areia - 2:1) e dois tamanhos de recipientes de polietileno preto: EI) 14x20 cm (1000 mL) e EII) 10x20 cm (714 mL). Utilizou-se o delineamento experimental em blocos casualizados, em esquema fatorial 3 (substratos) x 2 (tamanhos de recipientes), com 4 repetições e 20 plantas por parcela. Avaliaram-se as características: índice de velocidade de emergência (IVE), altura da muda (cm), diâmetro do colo (mm) e número de folhas/planta. Para as variáveis emergência, altura e diâmetro de plantas estudadas, o recipiente I utilizando o substrato S2 sobressaíram em relação aos substratos S1 eS3 no recipiente II. Concluiu-se que as mudas de caraibreira poderão ser produzidas satisfatoriamente nos dois recipientes estudados até os 50 dias após a semeadura.


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DOI: https://doi.org/10.21439/conexoes.v8i2.638