INFLUÊNCIA DOS MÉTODOS DE CONTROLE DA LAGARTA-DO-CARTUCHO SOBRE O DESENVOLVIMENTO E PRODUÇÃO DE MILHO

Jailma Rodrigues dos Santos, Ana Gabriela de Freitas Maia, Andreza Ferreira da Costa, Maurício Sekiguchi de Godoy, Raimundo Ivan Remígio Silva

Resumo


A cultura do milho é atacada por diversas espécies de insetos, sendo a Spodoptera frugiperda Smith a praga mais prejudicial, acarretando nível de dano econômico. Objetivou-se com o trabalho avaliar o desenvolvimento da planta e a produção do milho-verde após aplicação de técnicas controle da lagarta-do-cartucho. O experimento foi conduzido a campo com o milho híbrido Agroceres (AG 1051) em consórcio com feijão “paulistinha”. Utilizou-se delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições, com os tratamentos (TI = inseticida Lannate BR + Certero; TII = bactéria Bacillus thuringiensis; TIII = fertilizante Matrix com poder de inseticida e TIV = aplicação de água - testemunha). Estudou-se os estágios de desenvolvimento da cultura, aos 45 e 70 dias após a emergência (DAE) e produção. Para as fases de desenvolvimento aos 45 e 70 DAE, não houve diferença entre os tratamentos para altura da planta e número de folhas verdes. Já para área foliar e diâmetro do colmo aos 45 dias, os tratamentos TI e TII foram superiores aos demais e aos 70 DAE não observou-se diferença entre os tratamentos. Na avaliação de produção, a quantidade de espiga por planta, comprimento da espiga, diâmetro da espiga, peso da espiga empalhada e despalhada e número de grão, não diferiram estatisticamente entre os tratamentos. Concluiu-se que os controles químico e biológico apresentaram melhores respostas para área foliar e diâmetro do colmo no desenvolvimento das plantas aos 45 DAE. Nas variáveis de produção todos os tratamentos se comportaram de forma igualitária, mostrando que características padrões não foram afetadas.

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DOI: https://doi.org/10.21439/conexoes.v14i4.1471